quarta-feira, 11 de junho de 2008

Análise do Livro páradidático “História da Saúde Pública no Brasil” de Cláudio Bertolli Filho


Análise do Livro páradidático “História da Saúde Pública no Brasil”.

Cláudio Bertolli Filho


1. Referência bibliográfica e outros dados sobre obra e autor

Claudio Bertolli Filho é graduado em História pela Universidade de São Paulo (1979), Ciências Políticas e Sociais pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1988) e em Graduação em Letras clássicas, pela Universidade de São Paulo, USP em 1975; mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (1986) e doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo (1993).

Atualmente é professor assistente da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Publicou quarenta e sete artigos e onze livros e, teve ainda participação em mais dezessete livros com a inclusão de capítulos, tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia e Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: mídia e cultura, mídia e representação social da medicina, do corpo e das enfermidades, representações sociais, saúde pública. Também desenvolve pesquisas sobre a cultura e a literatura brasileira.

Professor atuante nas áreas de Ciências Humanas, História e História da medicina, da doença e do doente, já desenvolveu e escreveu diveros trabalhos direcionados a História e Antropologia como A gripe espanhola em São Paulo: epidemia e sociedade. 1. ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2003. v. 1. 400 p.; Em torno do imaginário social: ciências médicas e religião. 1. ed. São José dos Campos: UNIVAP, 1991. 31 p e a História da saúde pública no Brasil, que é objeto de análise neste trabalho. E em co-autoria com José Carlos Sebe Bom Meihy, escreveu a Revolta da Vacina 2. ed. São Paulo: Ática, 1999. 40 p.; A Guerra Civil Espanhola. 1. ed. São Paulo: Ática, 1996. 72 p.e História social da saúde: opinião pública versus poder. 1. ed. São Paulo: CEDHAL/USP, 1990. 91 p. sendo estes alguns trabalhos já publicados pelo autor.

Fonte: http://lattes.cnpq.br/ em 05/06/2008

2. Estado da discussão historiográfica sobre o tema do páradidático:

Esta análise não pretende dar conta de toda literatura e produção historiográfica sobre a temática abordada, mas somente situar o texto páradidático analisado, História da Saúde Pública no Brasil, de Claudio Bertolli Filho, publicado no ano 1996, pela Editora Ática, à luz das discussões historiográficas brasileiras. A história da saúde pública se coloca como uma variação ou ramo da História Social constitui-se primordialmente nas reflexões sobre a relação da saúde com os poderes públicos estabelecidos, ou seja, as atitudes médicas vinculadas à população em geral e as políticas sociais e suas implicações para o povo.

Segundo Blount, a preocupação com a temática “saúde pública”, desponta nos anos 70 e tem um crescimento gradativo nos anos 80. Luz, em seu livro, “Medicina e ordem política brasileira: políticas e instituições de saúde” faz referência ao estudo da temática no Brasil no qual estabelece uma crítica de que “o saber histórico ainda se confunde com “mito” histórico confundindo o pensar histórico”, neste raciocínio os estudos sobre saúde privilegiam ainda uma história de sucessão de nomes, datas e fatos importantes, enfatizando uma relação mecânica entre causas e consequências.

Para Mehry, (que tem uma obra publicada com Claudio Bertolli Filho), no livro “O capitalismo e a saúde pública no Brasil”, defende que a maioria dos estudos sobre saúde pública no Brasil considera que as práticas sanitárias fazem parte de um processo anistórico, pois o fator que diferencia cada momento é a evolução cientifica, esta sim enfatizada e conceituada historicamente.

Percebemos que a obra analisada se enquadra dentro da discussão historiográfica, pois embora enfatize as evoluções científicas e as lutas latentes entre sociedade e governantes que caracterizam as rupturas e continuidades no processo histórico. O autor faz de forma a desmistificar a evolução, analisando os resultados concretos provenientes das políticas no âmbito social, bem como suas consequências na saúde pública.

* BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:

Blount JA 1972. A administração da saúde pública no Estado de São Paulo: o serviço sanitário, 1892-1918. Revista de Administração de Empresas, Rio de Janeiro: 40-48.

Luz MT 1982. Medicina e ordem política brasileira: políticas e instituições de saúde (1850-1930). Graal, Rio de Janeiro.

Mehry EE 1985. O capitalismo e a saúde pública: a emergência das práticas sanitárias no Estado de São Paulo. Papirus, Campinas.

3. Análise da proposta teórica (explícita ou implícita):

A partir da última década do século XX, importantes periódicos científicos e profissionais do campo de História e Saúde Pública, passaram a dedicar espaço para reflexões e inquietações criando seções específicas e permanente dedicadas a essa área de estudo. Por meio do alargamento do olhar sobre o passado, a História potencializadora da compreensão de processos sociais e culturais, mostra alternativas de mudanças nesses processos.

Na análise desta obra, que pertence ao campo da História Social, Claúdio Bertolli Filho, no início de seu livro, reflete sobre a inquietação em mostrar no decorrer de todo a obra, os principais pontos de conflito no campo de saúde e doenças, preocupando-se em revelar como surge a tematização da saúde, em lugar da doença e ao mesmo tempo, como ocorreu o processo de medicalização.

No desenrolar do contexto, o autor mostra as características que tiram à relação saúde-doença do campo teológico-metafísico para o técnico-científico, e a evolução deste quadro, dentro do campo político do Estado. Notoriamente Bertolli faz uma crítica a todo o sistema, como é o exemplo no segundo capítulo, no entrar a Era Vargas, que fica explícito no texto a deficiência do sistema público de saúde no Brasil. Demonstra implicitamente sua visão sobre a ditadura do Estado Novo e suas relações com a população em contraposição com as reformas políticas e econômicas.

Ao tratar do campo político da saúde dentro do Estado,notoriamente a crítica do autor se acentua ,confirmando a fragilidade do sistema, as formas corruptas e ineficazes de tratar a população como o INSS e o INPS, que se comprova ao longo do texto que o quadro clínico nacional ora evolui,ora decai,sendo que em 1979 era um dos mais frágeis da América do Sul.

Dentro deste contexto, observa-se também a tendência do autor e de sua análise histórica, em demonstrar a compreensão contextual e sociológica das políticas de saúde, evidenciando visões conspiratórias, instrumentais e acusatórias. Já no último capítulo, o autor trata das últimas décadas do século XX, evidenciando mais veementemente o déficit e a falência dos programas de saúde coletiva.

No Brasil, esse campo de análise histórica, está em franco processo de consolidação, capaz de oferecer não apenas periódicos científicos especializados, mas também, outras linhas de pesquisas nesse campo tão abrangente. Bertolli Filho trabalha com a macro-história, envolvendo agentes, atores e personagens e opondo-se ao neo-liberalismo e criticando os moldes que estruturam o sistema de saúde pública brasileira.

Portanto seu modelo teórico é interpretativo e conceitual, onde a sua historiografia rompe com um sistema somente cronológico, apontando para as dimensões de impacto social, onde as transformações do saber médico e as relações entre natureza e sociedade desafiam a História tradicional e enaltecedora, generalizantes de grandes biografias e dos permanentes e inevitáveis vitórias da medicina sobre a doença e o obscurantismo.

4. Análise dos aspectos gráficos:

Os temas e sub-temas do livro estão distribuídos em títulos e subtítulos, os quais direcionam o estudo específico dos conteúdos. Contém quadros explicativos sobre expressões ou temas que auxiliam o entendimento mais aprofundado sobre os tópicos tratados pelo autor. Esses quadros estão sempre ao lado do texto, bem sintetizados e de fácil visualização, sendo um bom artifício usado como facilitador da leitura.

As tabelas estão dispostas de forma que leva o leitor a fazer comparações em tempos e espaços diferentes podendo tirar boas conclusões dos períodos descritos, entendendo da melhor forma possível o desenvolvimento da saúde pública no Brasil.

Os gráficos bem dispostos, localizados ao longo dos capítulos, auxiliam na busca por informações complementares e a compreensão dos dados. Também retratam os dados que o autor expõe no texto facilitando a fixação dos conhecimentos e a comparação das informações, legitimando o que o está escrito ao longo dos tópicos e capítulos.

5. Análise do conteúdo:

Cláudio Bertolli Filho, no desenvolvimento do texto “História da Saúde Pública do Brasil”, utiliza em sua narrativa uma construção cronológica temporal, ou seja, desenvolve em seu texto o eixo temático preferido pelos professores da disciplina de História, com um enfoque particular, desmistifica uma evolução causal, levando o leitor a refletir entre os enunciados dos seis títulos apresentados e os conteúdos desenvolvidos.

O autor estabelece de maneira tênue as constantes relações de desafios e respostas impostos em cada período na sociedade brasileira. O autor elege como protagonistas do desenrolar da temática na história, o povo e os governantes, enfatizando as ações políticas por meio de leis, decretos e suas aplicações e repercussões no cotidiano, proporcionando ao leitor a reflexão sobre o ambiente vivenciado na época em questão, basicamente dividindo o Brasil em duas classes sociais distintas.

Utilizando um vocabulário acessível e claro, destacando e explicando palavras que se tornam polissémicas no universo das Ciências Sócias, o autor parte do senso comum para construir um entendimento com o leitor utilizando pequenos índices explicativos em forma de quadros no decorrer do texto, não com o intuito de conceituar palavras, apenas buscando definições. Além das palavras o autor busca definir historicamente explicações e causas de doenças e epidemias e sua repercussão no imaginário social desde as classes mais abastadas até os mais desfavorecidos.

Embora, como já retratado, o texto seja de fácil leitura, há de se ressaltar o volume intenso de conteúdos, fator este que, articulado com um professor não familiarizado com os termos técnicos sugeridos pelo autor, dificultam a compreensão tornando-se exaustivo para o público que deseja atingir. Para tornar o processo de compreensão ainda mais exaustivo, o autor utiliza de vários documentos históricos no decorrer de sua narrativa, trechos de livros, discursos, etc. para legitimar seu discurso, além disto, o autor utiliza muitos quadros comparativos com muitos números e índices, que beneficiariam a aprendizagem se fossem melhores conjugados.

Poucas vezes o autor consegue estabelecer elos entre a temática “saúde” e fatores marcantes que determinam e rotulam a época, quando estabelece ligações, embora muito bem embasada, o autor demonstra ser grande detentor do conhecimento, mas atribui demasiada importância às questões ligadas a saúde e deixa de desenvolver outros fatores de iguais e/ou maior importância.

Percebe-se na análise do conteúdo do para didático que: se o texto servir como fonte de pesquisa e consulta alternativa, visando o enriquecimento das atividades em sala de aula, complementando o livro didático na construção de um conhecimento, por intermédio de um professor/educador que detenha conhecimentos na temática proposta, a utilização será de grande valia. Mas em hipótese alguma deve ser recomendado como fonte única de consulta e/ou manejo por educadores que não tenham uma leitura aprofundada do tema, pois necessita de uma interpretação mais aprofundada para melhor aproveitamento.

6. Discussão da coerência entre proposta e conteúdo:

O livro “História da Saúde Pública no Brasil”, foi publicado, no ano de 1996, pela Editora Ática, uma das maiores do ramo, em nosso país e tem uma série chamada “História em Movimento”, que produz livros destinados à leitura extra-classe para aprofundamentos do livro didático, sendo que o objetivo dessa série é apoiar o trabalho do professor e estimular o interesse dos alunos. Sendo assim pode-se afirmar que a proposta do livro é coerente, mas com algumas restrições, pois o tema do livro é pouco usual na sala de aula, mas é um assunto que está presente no cotidiano do brasileiro e o seu conhecimento nas instituições escolares pode ajudar na compreensão do assunto.

Contém um sumário simples numerado por temas (1 a 6) e sub-temas, com as respectivas páginas indicadas, algumas advertências podem ser indicadas, como a ausência da ligação entre as informações com o conteúdo e o tempo cronológico em que o autor utiliza na narração ao longo da obra.

O texto pode ser definido como de fácil leitura, contendo vários quadros explicativos de termos médicos, como a utilização da Sangria, doenças epidêmicas como a febre amarela e cólera, depoimentos médicos sobre doenças epidêmicas da época e explicação de conceitos históricos como, por exemplo, Oligarquia e Positivismo, sempre situando o leitor no tempo e nos fatos históricos.

Mas com tantas informações ao longo da leitura, o texto torna-se cansativo e longo, pois o autor explica e exemplifica muito alguns tópicos e deixam de lado outros. Recheado de tabelas desnecessárias a leitura torna-se cansativa e muitas vezes não há coerência com o texto, pois os números ficam vazios e sem função como é o exemplo da tabela que trata sobre óbitos por varíola e febre amarela na cidade do Rio de Janeiro.

A linguagem do livro torna-se acessível, o conteúdo parece ficar de difícil assimilação, pois em algumas páginas do livro, como por exemplo, as páginas 16 e 17, há ausência de imagens tornando o texto cansativo e desnecessário, deixando uma carência de imaginário para o leitor, pois não existe conexão entre os capítulos, mesmo o autor fazendo uso de textos introdutórios para situar o leitor no espaço histórico.

Um ponto de destaque na obra é como o articulista trabalha no texto a noção de racismo e a formação da cultura do povo brasileiro, pois ele trabalha e discute os preconceitos raciais, exemplifica com grupos étnico-raciais, para poder explicar as mazelas históricas da saúde pública.

Um fator positivo na obra é a preocupação do autor em fazer uma relação da política governamental e social com a política da saúde pública. Percebe-se ao longo do enredo uma crítica as elites e ao governo que auxilia o leitor a refletir sobre a dramática situação da saúde pública no Brasil e a entender por que grande parte da população brasileira está excluída do direito fundamental ao atendimento nas enfermidades.

7. Análise das Ilustrações (em si e na articulação com o texto):

O livro de Cláudio Bertolli Filho “História da Saúde Publica no Brasil” pode ser definido como um apoio ao professor e ao livro didático. A sua capa é colorida e evoca imagens que remetem à história do povo brasileiro e a saúde pública, pois no fundo há uma imagem de um hospital e a frente várias etnias que representam o povo brasileiro ao longo da história. Na contracapa da obra a editora traz uma explicação sobre a “Série em Movimento”, o tema proposto no livro e outros títulos da série referentes à história do Brasil e Universal.

O texto é de predominância de tom preto, negrito e cinza. Deveria ser colorido, pois é escuro e passa a idéia de tristeza ao leitor, já que o público alvo são alunos do ensino fundamental e médio. As figuras utilizadas ao longo da obra são todas de predominância branca e preta, e a maioria não tem referência de onde foram retiradas como é o exemplo das figuras que ilustram estojos e instrumentos de cirurgia e a foto da cena da Revolta da Vacina, barricada no Bairro de Porto Arthur. Em algumas partes do texto se verifica a ausência de figuras o que torna o texto cansativo e monótono como é o caso das páginas 58 e 59.

Apesar dessas restrições, as imagens utilizadas pelo autor têm plena relação com o conteúdo do texto, pois o articulista coloca fotos de instituições de pesquisa, como o Prédio Central do Instituto Oswaldo Cruz, imagem de médicos e pesquisadores como o caso da foto dos Cientistas do Instituto Oswaldo Cruz, fatos históricos curiosos como a Brigada mata-mosquitos e as condições em que a população carioca vivia na década de 1900, retratado por um cortiço carioca. Um exemplo dessa boa utilização de imagens é o exemplo das páginas 20 e 21 em que o autor usa a imagem de Carlos Chagas em contraposição com a figura da habitação de caboclos no inteiro de Minas, para explicar as condições em que a população vivia e as mazelas brasileiras entre o campo e a cidade. Outro exemplo dessa boa utilização é nas páginas 22 e 23, em que o autor usa como artifício a relação da literatura brasileira e o personagem folclórico ilustrado pelo Jeca Tatu, utilizado como denúncia da pobreza e como justificador das doenças brasileiras.

Outro fator de destaque é que as imagens e figuras ilustram o texto politizado do autor, como nas páginas 68 e69, onde o texto afirma que apesar das dificuldades, a saúde pode melhorar, mas depende da política governamental que é gestadora desse processo. Portanto pode-se afirmar que a análise das ilustrações e sua relação estão perfeitamente ligadas com o texto, sempre esboçando as idéias que o autor tenta passar.

8. Utiliza documentos históricos?De que forma?

Cláudio Bertolli Filho lança mão de recursos visuais para melhor traduzir a idéia de seu texto durante os cinco séculos que se trata o enredo do livro. No primeiro capítulo, o autor utiliza dois quadros do século XIX, ”O Cirurgião Negro”, de Debret e “As Valas do Rio de Janeiro” de Fleuiss, ambas as figuras estão muito bem relacionadas com o imaginário social em relação ao processo saúde-doença, estando estritamente ligados à medicina de causas teológicas.

No período que trata a Era Republicana, Bertolli Filho, utiliza fotografias que representam nossos maiores avanços na medicina da época como os exemplos das imagens do Instituto Oswaldo Cruz datada de 1920 e da equipe de cientistas do mesmo Instituto, respectivamente retratadas nas páginas 18 e 19.

Fator marcante no processo de saúde pública brasileira são as reformas sanitaristas, representada por uma foto de um cortiço carioca, aproximadamente em 1900 e uma caricatura de Oswaldo Cruz, da Revista Francesa Chanteclair de outubro de 1911. O articulista ainda utiliza recortes de jornais e trechos de artigos encontrados em revistas médicas, denunciando a precariedade das condições sanitárias em que a população brasileira vivia como exemplo da página 31 “O compromisso do Estado com a saúde”.

Um último recurso utilizado por Bertolli Filho, são os dados estatísticos, como na página 40, ”Verbas para saúde pública na década de 50”, que demonstram índices de mortalidade, principais causas de doenças e gastos destinados à saúde pública. Todos os quadros, apesar de não conterem fontes, intercalam-se muito bem com o texto e auxiliam os estudantes, como material de suporte e apoio para ajudar no processo de mediação didática proposto no processo explorativo do autor.

9. Análise dos exercícios:

Os exercícios nas páginas finais do livro, intitulados pelo autor como “Depois da Leitura: reflexão e debate” foram muito bem elaborados, pois instigam os estudantes a utilizarem conhecimentos prévios, fazer comparações, estabelecer conceitos. De forma bem diversificada propõe pesquisas de campo, consultas a outras fontes de conhecimento, entrevistas. Sugere como uma proposta inovadora, fazendo com que o aluno pesquise e parta detrás de outros conhecimentos específicos.

Valoriza a construção de uma visão de mundo do indivíduo e os conhecimentos que possui. Utiliza questões significativas que levam a outros questionamentos, principalmente das políticas públicas exercidas pelo Estado.

As questões propostas, também propiciam a contrapor dados históricos com atualidade da saúde pública, sendo isto algo indispensável dentro da disciplina de História, dando sentido ao conhecimento que o aluno está construindo. Portanto aborda questões que levam o estudante a reflexão e debate, cumprindo o objetivo ao qual o autor se propõe nessas atividades.


Elaborado por:

João Vinicius Bobek

Ravail de Paula
José Nilmar
Franklin David

2 comentários:

Anônimo disse...

Ótima analize, mas amigo, preciso do livro para ler também, vc pode me enviar um eBook do livro para o e-mail mario.robs11@hotmail.com?

obrigado (PS: pode ser xerox) obg desde já, abraço

Rafael Camisão disse...

Gostei bastante de sua análise. Seria gratificante se tivesse com o eBook deste livro. Caso tenha, por favor me mande no e-mail: rafaelcamisao@outlook.com

Obrigado!